Nossa resposta ao feedback do roteiro, ponto a ponto, com os documentos do projeto.

Concordamos com boa parte do que ele pede. E mostramos aqui que parte do caminho sugerido já estava escrito nos documentos do projeto, com data.
observações da professora, cada uma com resposta e encaminhamento
delas já estavam previstas nos documentos de agosto e setembro
pedidos para regravar entrevistas ou refazer a identidade
[Uma gota, muitas ondas]
Quatro pedidos à professora e os cinco argumentos que os sustentam.
Que a professora informe os critérios da Etapa 3, pela rubrica ou pela descrição da atividade, e quais deles a entrega não atendeu, e por quê.
Que esclareça se o zero é definitivo ou provisório, pendente de reenvio. O texto do feedback não fala em nota.
Que reavalie a Etapa 3 à luz do feedback e deste material, ou abra uma janela de reenvio para a versão 2 do roteiro.
Que receba o grupo depois da aula de quinta (22/10), fora da turma, para alinhar o episódio 3 e as próximas etapas.
Em 20/10 a equipe perguntou pelo Teams se a nota ficaria zerada e se seria possível refazer. Ainda aguardamos a resposta.

Do Detalhamento, em agosto, à conversa de quinta-feira.
Passe o cursor ou toque num clipe para ver o que aconteceu em cada etapa.

Conceito, briefing, o sentido do título e os três episódios.
[São Paulo, 1995]O que uma mulher precisa transformar em si para construir a vida que parecia não caber no caminho disponível?
Entre o sertão mineiro, São Paulo e Caieiras, Maria atravessa trabalho precoce, migração, frustrações e invenções até se tornar Lia, nome que hoje está na fachada de uma loja e na memória de uma cidade.
Fugir da narrativa de mérito (“bastou querer”). Maria não vira Lia por mágica: a transformação é feita de contexto social, trabalho, redes de apoio, risco, escolhas e tempo.
O de quem escuta de perto, sem transformar intimidade em atalho. Por isso, mais apuração, transparência e direito de revisão factual.
Uma história real contada como podcast narrativo seriado, com identidade visual e sonora, planejamento de produção, roteiros, edição e comunicação de lançamento. O vídeo não substitui o podcast: amplia a camada documental. Cada episódio funciona também só em áudio.
dos cargos de CEO nas maiores empresas são ocupados por homens. Dado da Forbes Brasil citado no Detalhamento (p. 17) para situar a série.
Videopodcast documental narrativo, em episódios autônomos.
Íntimo, cinematográfico, observacional e rigoroso com a memória.
Minissérie fechada em 3 episódios, mínimo de 10 minutos cada, duração definida pela força do material.
Jovens adultos e pessoas interessadas em empreendedorismo, histórias locais, audiovisual e protagonismo feminino.
Maria → caminho de trabalho e negócio → Lia: marca, comunidade e legado.
Identidade, sinopse, roteiros, pré-produção, produção, edição e materiais de lançamento.
“Qual é o significado dessa passagem de uma identidade para outra?”
Resposta escrita em 19/08, no Detalhamento do Projeto, p. 10.
A passagem de Maria para Lia entra já na abertura ou no fechamento.
“A virada do título: o momento em que Maria vira Lia.” Roteiro de entrevista, 19/09.
“O bloco-título. É a carta que dá nome à série e fecha os três episódios.”

O roteiro de entrevista, o cuidado ético e o que já foi gravado.
episódios, cada um com começo, meio e fim
blocos de conversa, cada um com seu arco
perguntas abertas, nenhuma de sim ou não
regras de campo, válidas para os três episódios
Se a pergunta tem mais de duas linhas, ela já se respondeu sozinha.
“Me leva para aquele dia” devolve imagem, cheiro, hora e diálogo, que é o que se monta.
Pergunta dupla é respondida pela metade.
Contar até três antes de falar. A frase que fecha o episódio quase sempre nasce nesse silêncio.
Repetir a última palavra em tom de pergunta abre um parágrafo inteiro.
Data que não bate se anota e se apura fora da câmera.
Primeiro o que ela viveu. Depois quem, quando e quanto.
“O que eu não te perguntei?” fecha cada episódio, e vale no fim de cada bloco.

A entrevistada é a mãe de um integrante do grupo, e o roteiro passa por temas sensíveis da vida dela. Os cuidados abaixo estão no roteiro de entrevista e foram seguidos na gravação.
Quando a Lia diz a palavra combinada, a câmera para. Sem pergunta e sem “só mais uma”.
Ela pode retirar qualquer trecho até uma data definida por escrito, depois de assistir.
Ela assiste aos cortes dos blocos sensíveis antes de qualquer exibição.
No início da sessão, ela diz em vídeo o que autoriza.
O que vai ao ar sobre familiares que não estão na câmera se decide com ela antes de gravar.
Bloco sensível nunca abre nem fecha um dia de gravação.
Nos blocos marcados, quem conduz é o filho, e isso é dito na câmera: “Mãe, quem está perguntando agora é seu filho.”

Duas câmeras: CAM A com o áudio oficial e CAM B para b-roll.
Deslocamento da equipe até a cidade da entrevistada para gravar.
Entrevista conduzida pelo filho da entrevistada, seguindo o roteiro de 19/09.
Projeto próprio no DaVinci Resolve, com o material organizado por episódio.

O que a professora elogiou já está no roteiro, inclusive o final.
“Muitas vezes eu queria estar lá naquele campo de futebol assistindo jogo, me divertindo e tal, mas eu estava ali trabalhando.”
“Quando Maria conta que gostava de vender produtos, mas às vezes queria brincar como as outras crianças, temos um conflito muito interessante.”
“Eu morria de vontade de ter uma lancheira. Eu tinha uma sacolinha que minha mãe colocava banana para eu levar para a escola.”
“São detalhes simples, mas extremamente expressivos. Eles dizem muito mais sobre a infância da personagem do que longas explicações.”
“Eu queria esse ‘volta pra cá’ dele. […] Ele falou: ‘Se aí tá ruim, imagina aqui, que os rios vão até secar.’”
“Para mim, um dos momentos mais fortes do episódio é a ligação de Maria para o pai.”
A professora sugere encerrar o episódio 1 na ligação para o pai. Três documentos, de três datas, apontam para o mesmo lugar.
“…e termina na frase do pai que virou o motor de tudo.”
“A ligação para o pai — final”
“Eu exploraria essa passagem como o ponto alto do episódio.”
Depois da ligação (p. 19 a 22) vêm as perguntas de fechamento da gravação. Na versão 2, o episódio termina na ligação.
[“Eu tenho que me fazer dar certo.”]
O texto inteiro, marcado, e o que cada trecho significa.
Toque nos filtros para ligar ou desligar cada marcação. Role o texto.
A marcação é da equipe. As limitações apontadas existem, estão marcadas no texto e recebem resposta no capítulo 07.
Muito bom, pessoal. […] um material bruto muito interessante→
O conteúdo e a história têm valor reconhecido.
O depoimento de Maria é espontâneo, rico em detalhes→
Personagem, conflito e emoção, a matéria-prima da narrativa, estão presentes.
Manter a entrevista bruta é uma escolha do grupo→
O formato é tratado como decisão editorial legítima, não como descumprimento.
esse formato pode tornar o episódio cansativo→
É um risco apontado de forma condicional (“pode”), não uma falha constatada.
Sugiro · Avaliem · Que tal · seria oportuno→
As observações são recomendações de aprimoramento.
pode ser suprimida · a menos que a nova menção ajude→
Os cortes dependem da função narrativa de cada trecho (p. 17 e p. 21).
Não é necessário responder a tudo agora→
Sobre o título, a professora diz que não exige resposta imediata.
antes de reescrever, vocês construam uma escaleta→
Descreve o próximo passo de um processo, com a reescrita como etapa seguinte.

Treze observações, treze respostas, cada uma com encaminhamento.

A entrega conferida item a item com a proposta e as competências do curso.
| Requisito | Situação | O que existe | Evidência |
|---|---|---|---|
| História real, da terra da equipe | Atendido | Trajetória real de Lia, contada em primeira pessoa. | Roteiro do ep. 1 |
| Podcast narrativo seriado, três episódios | Em andamento | Eps. 1 e 2 gravados e roteirizados. Ep. 3 em gravação, conforme o cronograma. | Roteiros dos eps. 1 e 2 |
| Mínimo de dez minutos por episódio | Previsto | Duração definida pela montagem. O roteiro do ep. 1 tem 22 páginas. | Detalhamento |
| Título | Atendido | De Maria para Lia, com duas leituras, elogiado em aula. | Detalhamento, p. 10 |
| Sinopse | Atendido | Sinopse de cada episódio entregue na Etapa 3. | Sinopses |
| Identidade visual | Atendido | Identidade da série já produzida. | Peças da identidade |
| Identidade sonora | A detalhar | Ainda não detalhada nos roteiros. Entra na versão 2 como mapa sonoro por cena. | Plano da versão 2 |
| Roteiro | Atendido | Roteiros dos eps. 1 e 2 entregues. O do ep. 3 vem depois da gravação. | Roteiros |
| Produção e edição | Atendido | Roteiro de entrevista, duas câmeras, áudio oficial, b-roll e projeto de edição. | Roteiro de entrevista |
A comunicação de lançamento depende de etapas posteriores. Por isso pedimos a rubrica da Etapa 3: para conferir item a item o que se esperava nesta entrega.
Estudo do formato de podcast narrativo documental e do seu consumo no Brasil.
Roteiro, gravação em duas câmeras com áudio oficial, identidade visual e edição.
Vídeo-podcast com depoimento, b-roll e, na versão 2, narração e sonoplastia.
Série dedicada a trajetórias de mulheres empreendedoras.
Arco definido por episódio, roteiro de entrevista com protocolo ético e este plano de resposta ao feedback.
Resposta estruturada às sugestões, com plano de revisão para a versão 2.

O roteiro do ep. 1 como linha do tempo de edição, o custo real das sugestões e o plano.
| Sugestão | Regravar entrevista? | Mudar identidade? | Onde se resolve |
|---|---|---|---|
| Cortar repetições (p. 12, 17 e 21) | Não | Não | Seleção de trechos e montagem |
| Separar e reordenar passagens (p. 8 e 10) | Não | Não | Escaleta e montagem |
| Abrir com um momento forte | Não | Não | Montagem com trechos já gravados |
| Encerrar na ligação para o pai | Não | Não | Montagem |
| Uma voz que conduza o episódio | Não | Não | Roteiro de narração e gravação só de voz |
| Mapa sonoro e imagens específicas | Não | Não | Roteiro, banco de sons e captação leve de ambiente |
| Sentido do título no ep. 1 | Não | Não | Texto de abertura ou fechamento |
O ep. 3 ainda está em gravação, então já pode incorporar as orientações de narração e de som ambiente sem retrabalho.
Abertura, acontecimentos, conflitos, ponto de virada e encerramento, com duração estimada por bloco.
Revisão das p. 8, 10, 12, 17 e 21. Cada trecho fica pela função que cumpre, ou sai.
A infância vendendo na rua e a saída de Minas com cem reais. Escolha por comparação.
Apresenta personagens e marca o tempo: infância, Dois Córregos, São Paulo. Testada contra a versão sem narração.
Feira, mercearia, rodoviária, ônibus, ruas de São Paulo. Imagens específicas no lugar das genéricas.
Encerramento na frase do pai, com chamada breve para o episódio 2.
A passagem de Maria para Lia apresentada já no episódio 1.
As mesmas decisões de ritmo, voz e som. O ep. 2 ganha as indicações de imagem que ainda não tem.

As fontes desta defesa e o nosso pedido.
Conceito editorial, briefing, arco dos três episódios e as duas leituras do título.
Roteiro de entrevista: 19 blocos, 139 perguntas, regras de campo e protocolo ético.
Escrito por Sérgio e Mariana. Blocos titulados e 9 indicações de imagem de apoio.
Escrito por Sérgio e Mariana. Ainda sem indicações de imagem.
Uma sinopse por episódio, entregue junto com os roteiros.
Texto integral, reproduzido no capítulo 06.
Pergunta sobre a nota e a possibilidade de refazer. Ainda sem resposta.
A juntar: a descrição e a rubrica da Etapa 3 no Canvas e os registros de retornos anteriores da professora.

Uma mulher tem uma história para nos contar, e iremos ouvir.
O material dela, segundo o próprio feedback, é muito interessante. Pedimos que a avaliação reflita o que foi entregue e o caminho de aprimoramento que a própria professora desenhou. Estamos prontos para fazê-lo.